Como escolher sua faculdade em 5 passos

Uma das decisões mais difíceis é a decisão por qual curso escolher e, é claro, em qual área profissional seguir. Seus cabelos devem estar em pé, eu sei! Mas agora você terá algumas dicas de como escolher sua faculdade.

Primeiro pense: quais são as suas áreas de interesse? Exatas? Humanas? Biológicas? Pense em como você se dá bem com determinadas matérias da escola e outras, não. Acima disso, lembre-se das dificuldades que você poderá ter ao entrar em uma área que não se dará bem.

Se você detesta matemática, não significa que terá de abrir mão das engenharias. Mas, saber desde já que precisará ter uma estratégia de superação. Como participar de grupos de estudos, contratar um professor particular, não faltar em hipótese alguma às aulas de cálculos, fazer todos os exercícios em aula e tirar as dúvidas, assim que elas surgirem. Enfim, para alcançar nossos sonhos, às vezes, algumas tarefas exigirão maior esforço e empenho.

São diversas questões que dificultam o momento da escolha e, em uma época na qual provas e inscrições para vestibulares pipocam em sua cabeça, a decisão pode tornar tudo ainda mais difícil!

Mas vamos lá! Respire fundo e veja os 5 passos de como escolher sua faculdade!
1) Sua área de interesse
Pense nas áreas que você gostaria de cursar e trabalhar. Lembre-se de todas as suas vontades e organize-as por tipos, listando cada uma delas de acordo com o que você gosta de fazer, unindo suas habilidades às áreas de interesse.
Se você ama tecnologia e tem facilidade com cálculos – ou os enfrenta muito bem -, você sabe uma excelente área para escolher; se você gosta de escrever, sabe que a área de humanas está aberta através de diversas opções.

2) Filtre os cursos
Após decidir sua área de interesse, pesquise sobre possíveis cursos. Se você decidiu pela área mercadológica, através da comunicação, comece outra lista: a de cursos que têm a ver com o que você gostaria de estudar. Lembre-se de que você dedicará os próximos anos de sua vida ao curso que melhor encaixar em seu perfil.

3) Pense no que gostaria de estar fazendo em 10 anos
É justamente pensando nos próximos anos de sua vida que você deverá refletir sobre este tópico. Pense em três cursos pelos quais você ainda está em dúvida e se imagine cursando, estagiando e trabalhando efetivamente em cada um deles. Imagine as possibilidades para os próximos 10 anos de sua vida e reflita: você estará feliz? Estará se realizando? Uma grande fragilidade para o jovem é a dificuldade de fazer planejamento a longo prazo.

4) Selecione as melhores instituições
As melhores instituições, de acordo com a qualidade de cada uma delas e com o seu bolso, deverão ser listadas e colocadas à tona na hora das inscrições para os vestibulares. Foque nas instituições onde você, de fato, se imagina estudando.

5) Eliminação
Cada tópico aqui será concretizado com a eliminação de opções que não têm a ver com o que você quer fazer. Ao final, após um trabalho de reflexão sobre o seu futuro, você deverá chegar à lista final e, dessa forma, se decidir como escolher sua faculdade e planejar seu futuro.
Porém, há uma forma ainda mais concreta para você alcançar o sucesso em suas escolhas: incluir um profissional em orientação vocacional para te ajudar a traçar o seu projeto de vida e ter a certeza de que fará uma excelente jornada.


O Medo da mudança não pode ser maior que o seu sonho

Você sabe quem realmente é? Quais são os seus verdadeiros talentos? Por mais clichês que pareçam essas questões de autoconhecimento, poucas pessoas conseguem de fato refletir seriamente sobre elas. Não é raro eu receber ligações e emails de profissionais em transição de carreira que se dizem angustiados por não saberem mais quem são. Coisas como “eu passei a vida inteira vivendo uma identidade que não era a minha por causa da empresa em que trabalhei e hoje parece que minha identidade foi roubada por ela”.

Não sei se você já vivenciou esse tipo de situação, mas ela é bastante comum. Eu mesmo senti isso na pele quando trabalhava como diretor na escola em que minha mãe era proprietária. Por várias várias vezes me perguntava: “E o meu sonho? Para que eu sirvo?”. Questões de autoconhecimento que realmente levam as pessoas a fazer a transição que pode mudar suas vidas.

A verdade é que todo mundo tem um lado incrível para ser descoberto. Por isso, comece a se perguntar: qual é o meu talento? Para que eu sirvo? O que eu posso fazer para contribuir com a minha vida e com a de outras pessoas?

Não são perguntas fáceis de responder. Mas existe uma técnica de raciocínio lógico que eu aplico em minhas sessões de coach e que vai te ajudar a começar a praticar esse exercício tão importante para você saber quem de fato é.

Será o primeiro passo para você descobrir o seu talento e fazer com que, em qualquer fase da sua vida, tenha consciência de suas habilidades para mudar de emprego ou fazer aquela transição de carreira com a qual sempre sonhou.


Dia do aviador: resgatando a importância dos sonhos

Esta semana (23/10) comemora-se o dia do aviador e esta data me trouxe a lembrança de um evento ocorrido há algum tempo no consultório, foi quando recebi uma criança de quase 4 anos, que veio acompanhando sua mãe que seria atendida.

No consultório, tem um cantinho bem charmoso para receber os pequeninos e eu o acompanhei até lá para que escolhesse um brinquedo, enquanto realizava o atendimento da mãe dele. Ele olhou tudo e parou de explorar o ambiente ao avistar as massinhas de modelar. E escolheu aquelas, como estavam no alto da estante de brinquedos, sugeri pegar para ele. Mas, a criança não quis minha ajuda, pegou a cadeirinha, subiu e nas pontinhas dos pés alcançou as massinhas.

Essa cena aconteceu há mais de um ano e ela não saiu da minha cabeça. Porque fiquei pensando, quando é que perdemos a coragem que as crianças têm? Coragem para explorar, para se expor, até ao ridículo, porque não? Coragem para desafiar os seus limites, testar suas forças para alcançar o que se deseja por méritos próprios.

Naquele momento, admirei a força do pequenino. Aprendi com ele, nem sempre a tarefa é fácil, precisa fazer esforços, correr riscos nem sempre calculados. Mas, imagina o quanto que este pequeno evento contribuiu na autoestima dele? É claro que levou um tempinho maior para conseguir o que queria, mas os efeitos positivos na formação de sua personalidade e na sua autoestima não tem preço.

Quando crianças não temos limites quanto as nossas fantasias para o futuro. Podemos ser cantores de uma banda, atores, astronautas, dançarinos, AVIADORES, professores, médicos, jogadores de futebol... E temos a disposição de investir a nossa energia para alcançar esses objetivos. Praticamente ignoramos os alertas de que é perigoso, de que não vamos conseguir, de deixa isso para lá que é perda de tempo... O tempo vai passando e muitas pessoas vão perdendo essa força, essa energia, esse entusiasmo. Ás vezes, por conta das quedas, das decepções, das frustrações, pelas palavras negativas de pessoas próximas, pela falta de incentivo e apoio e por pelas crenças limitantes que muitos têm.

Por isso, a primeira fase do processo de coaching vocacional é sobre autoconhecimento. Não temos como mudar o passado objetivo, mas podemos ressignificá-lo em nossas vidas, rompendo as “amarras do passado”, resgatando a força da nossa história de vida, os sonhos e a coragem da infância.

Você se lembra de alguma situação da sua vida em que superou as próprias expectativas? Como se sentiu?


Orientação Vocacional: descubra o seu temperamento.

Orientação Vocacional - Descubra o seu temperamento

Há algumas décadas, com o advento da tecnologia e a inclusão dos robôs nos processos produtivos, acreditava-se que com o passar do tempo, as máquinas fariam o trabalho mais pesado e arriscado, sobrando assim tempo para as pessoas aproveitarem mais a vida, trabalhar menos, em condições mais seguras e menos desgastantes. Os pais podendo chegar em casa ainda com ânimo, disposição e energia para aproveitar a família.

Em parte a tecnologia vem cumprindo este papel. Mas, tem um outro lado, que é o ritmo acelerado da vida moderna. São tantas atividades, eventos, a agenda sempre lotada, que constantemente vem aquela sensação horrível de “não estou dando conta”. Com isso, o desespero, a angústia, a ansiedade. E estamos tão chamados para atender as demandas externas da sociedade, que perdemos a conexão conosco.

Considerando tudo isso, que o processo de Orientação Vocacional é dividido em quatro etapas e tem como um dos pilares mais importantes o autoconhecimento. Somente a partir do entendimento de quem sou, do que gosto, o que faz meus olhos brilharem, o que desperta o meu sorriso, o que me causa asco, o que não faria por dinheiro nenhum, quais as minhas motivações, meus valores, meus talentos será possível descobrir para onde aponta a minha estrela. Qual o seu projeto de vida? Afinal, a maior razão da existência humana é a felicidade e é praticamente impossível ser feliz fazendo o que não se gosta.

Abaixo tem o link de um site, bastante interessante, que vai te ajudar neste processo de autoconhecimento. Importante dizer que não é um teste psicológico, trata-se de uma experiência para pensar nas próprias características.

SITE QUE DISPONIBILIZA O TESTE: http://educamais.com/teste-de-temperamento

Depois volta aqui e me diga o que você achou. Combinado?